Nuvem

Evento aponta a nuvem como uma das prioridades dos novos modelos organizacionais

Imagem: Pixaby.com Foi como uma bola de neve. A pandemia de Covid-19 acelerou a transformação digital, que transformou a arquitetura de negócios e passou a exigir a transformação da infraestrutura de TI. Para ser uma organização com mindset digital, que é resiliente, ágil e confiável, a infraestrutura deve estar alinhada à estratégia digital da organização, permitir a implantação rápida de recursos, ser capaz de habilitar novos serviços dinamicamente e ter capacidades de automação e gestão inteligentes. Nessa reconfiguração digital, as empresas devem considerar a utilização de Cloud Computing, Edge Computing e a interconexão entre nuvens, parceiros de negócios e demais elos da cadeia de valor. Essas foram algumas das conclusões apresentadas pela IDC Brasil, empresa de inteligência de me

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InovaçãoInternetNegóciosNuvem

Índice avalia a maturidade digital das empresas

Luciano Saboia, Gerente de Pesquisa e Consultoria de TIC da IDC Brasil durante evento da Oi Soluções. Foto: Reprodução A Oi Soluções, provedora e integradora de soluções digitais para o mercado corporativo anuncia o lançamento do INEXTI, Indicador de Excelência em Tecnologia e Inovação. Com ideia da Oi Soluções e desenvolvido pela IDC Brasil, principal fornecedora de inteligência de mercado e consultoria para o setor de tecnologia e informação, o índice aponta como os temas tecnológicos estão inseridos na estratégia das organizações e de que forma se refletem na infraestrutura de TI, conectividade, segurança, serviços gerenciados e, como consequência, no impulsionamento dos negócios. O indicador será atualizado de forma recorrente, permitindo que as empresas acompanhem a evolução de se...

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Mercado de TISmartphone

Venda de celulares teve queda menor do que esperado

Como todos os mercados, o de celular também sofreu os impactos da pandemia de Covid-19, mas bem menos do que se esperava. Com um total de 48.744.173 milhões de aparelhos vendidos no Brasil em 2020, o ano fechou em queda de 8% e ficou em linha com o movimento mundial, que recuou 7%. "Quando a pandemia começou, projetamos três cenários: otimista, pessimista e provável. Em linha com o mercado, a tendência era de um cenário provável, com queda de 19%, mas felizmente o mercado reagiu muito melhor, o celular se mostrou como um dispositivo ainda mais indispensável e iniciativas de fomento ao consumo, como a liberação do auxílio emergencial, equilibraram a categoria", explica Renato Murari de Meireles, analista de pesquisa e consultoria em Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, empresa líder ...

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