Cibersegurança

Deep fake desafia a confiança no que estamos vendo, afirma professor da UFC

Image by rawpixel.com Em 2018, o mundo se chocou com um vídeo onde Barack Obama falava, mas que no final se descobriu que era uma manipulação computacional onde o ator e diretor Jordan Peele passava uma mensagem: o deep fake já era possível. Com essa tecnologia de aprendizado de máquina (machine learning), Deep Learning, programação (python em especial) e Inteligência Artificial (IA) já era possível criar uma persona falando o que você quisesse. O temor de muita gente estava saindo do campo da ficção científica e virando uma chocante realidade. >>>Deep fake pode mudar uma eleição e os rumos de um país? De lá pra cá, muita coisa mudou e evoluiu e as técnicas foram sendo aprimoradas. Segundo o professor doutor do Departamento de Computação da Universidade Federal do Ceará (

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Cibersegurança

Deep Fake pode mudar uma eleição e os rumos de um país?

Antes da última eleição municipal eu tentei provocar o assunto Deep Fake, a tecnologia onde você cria vídeos com a voz e imagem de uma pessoa (geralmente famosa) sem ser ela e coloca um texto totalmente desconexo para ela falar. A pauta não emplacou porque todos acham isso bobagem, uma inocente brincadeira. Mas não é. A Inteligência Artificial (IA) por trás do Deep Fake está evoluindo rapidamente e a tendência é que tenhamos, mais cedo ou mais tarde, algum efeito prático em uma eleição. Com ânimos exaltados no Brasil, não acharia estranho que o grande e inicial golpe político usando Deep Fake venha exatamente do nosso País. Já tivemos enxurradas de fake news via WhatsApp na última eleição presidencial. Logo, para iniciarmos uma Deep Fake elaborada com vídeo ou mesmo só áudio, não seria

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